Lucas Baravelli Maccagnani, advogado (OAB/MS 27.013 e OAB/SP 523.536), em Três Lagoas-MS
OAB/MS 27.013 · OAB/SP 523.536

Advogado defesa do médico em erro médico em Três Lagoas, na Justiça

Um atendimento virou processo na Justiça. A defesa se constrói a partir do prontuário, do termo de consentimento e da conduta que foi efetivamente adotada, e não a partir da versão narrada na petição inicial. Represento o médico, a clínica e o hospital nessa discussão.

Quando procurar

Situações que trazem o médico até a defesa na Justiça.

A ação de indenização discute conduta, e conduta se demonstra com registro. O que está escrito no prontuário e no termo de consentimento é o que sustenta a defesa técnica desde a contestação.

Envelope fechado sobre mesa escura

Fui processado por um paciente

Chegou a citação de uma ação de indenização e o atendimento em discussão aconteceu há tempo. O primeiro trabalho é reconstruir o caso pelos registros do serviço, antes de responder qualquer coisa.

Folhas de papel presas por um clipe metálico

Há perícia judicial designada

A prova pericial costuma ser o centro dessas ações. O assistente técnico acompanha os trabalhos, formula quesitos e produz parecer, para que a conduta adotada seja lida em termos técnicos.

Maçaneta de porta e corredor de clínica

A clínica foi acionada junto comigo

Quando a ação alcança também a pessoa jurídica, médico e clínica ocupam posições próprias no processo e podem ter teses distintas, principalmente quando se discute estrutura, equipe ou protocolo.

Caneta pousada sobre um documento fechado

Também respondo na esfera criminal

O mesmo fato pode gerar apuração criminal em paralelo à ação de indenização e ao procedimento no Conselho. Cada esfera tem rito próprio, e a coordenação entre elas evita que uma defesa atrapalhe a outra.

Como conduzo

Como a defesa técnica é construída.

O trabalho começa pelo estudo do caso e pela documentação do atendimento, não pela peça. É esse material que define a tese e o que será demonstrado em perícia.

01

Estudo do caso e dos registros

Leitura da inicial, do prontuário completo, do termo de consentimento, das prescrições e de toda a documentação do serviço sobre o atendimento em discussão. É aqui que a tese de defesa se forma.

02

Contestação

A resposta apresenta a conduta que foi efetivamente adotada e a documentação que a sustenta, e delimita o que está e o que não está em discussão na ação.

03

Prova pericial

Indicação de assistente técnico, formulação de quesitos e acompanhamento dos trabalhos periciais, com parecer que traduz a conduta em termos técnicos para o juízo.

04

Sentença e recursos

Depois da sentença, avaliação da decisão e, sendo o caso, os recursos cabíveis, com atenção ao que foi efetivamente decidido sobre a prova produzida.

O mesmo atendimento pode gerar procedimento no Conselho, ação de indenização e apuração criminal ao mesmo tempo. Cada esfera é independente e segue o caminho descrito na sua própria página.

Atuações específicas

Situações específicas dentro da defesa em erro médico.

Cada uma tem página própria, com o que a norma prevê, o que costuma ser exigido como prova e as perguntas que mais chegam ao escritório.

Defesa criminal do médico

Quando o mesmo fato gera apuração criminal em paralelo à ação de indenização.

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Cirurgia plástica e procedimentos estéticos

A discussão sobre obrigação de meio e de resultado e o peso do termo de consentimento.

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Defesa de hospital e clínica

A posição da pessoa jurídica quando se discute estrutura, equipe ou protocolo de atendimento.

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Assistente técnico em perícia

Acompanhamento dos trabalhos periciais, quesitos e parecer técnico.

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Quem conduz

Quem conduz a defesa na Justiça.

Eu atuo em Direito Médico e só nisso, sempre do mesmo lado: o do médico, o da clínica e o da instituição de saúde. Nunca do paciente contra o médico. Essa escolha define como o caso é conduzido, do estudo dos registros à prova pericial.

Formação dedicada ao tema. Pós-graduação em Direito Médico, pós-graduação em Direito Público e mestrado em Direito das Relações Internacionais, no Uruguai.
Vivência de bastidor. Ex-servidor da 1ª Vara Cível de Família e Sucessões do TJMS e estagiário da Defensoria Pública, com a leitura de como um processo anda por dentro.
Duas praças e todo o Brasil. OAB/MS 27.013 e OAB/SP 523.536, com sede em Três Lagoas-MS e atendimento presencial em São José do Rio Preto-SP.
Lucas Baravelli Maccagnani, advogado de Direito Médico em Três Lagoas-MS
Lucas Baravelli Maccagnani · OAB/MS 27.013 e OAB/SP 523.536
Onde atendo

Onde acompanho a ação de indenização.

A sede fica no Centro de Três Lagoas. A atuação presencial nas duas praças é amparada pela inscrição dupla, e o acompanhamento de médico, clínica e instituição de saúde em outras localidades é feito em formato online.

Sede em Três Lagoas-MS. Av. Dr. Eloy M. Chaves, 956, Sala 216, Centro, no eixo Três Lagoas e Andradina.
São José do Rio Preto-SP. Atendimento presencial amparado pela inscrição na OAB/SP.
Online para todo o Brasil. Acompanhamento de médico, clínica e instituição de saúde à distância.
Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes sobre defesa em erro médico.

As perguntas que mais chegam ao escritório, respondidas pelo que o rito prevê. Nenhuma resposta antecipa desfecho de caso concreto.

Você defende o médico ou o paciente?

Só o médico, a clínica e a instituição de saúde. Nunca o paciente contra o médico. É uma escolha de atuação, e ela define como cada caso é conduzido.

Meu prontuário e o termo de consentimento me protegem?

Eles são a principal prova documental da sua defesa, tanto no Conselho quanto na ação de indenização. O que decide não é a existência do documento, e sim o que ele registra sobre a conduta adotada e sobre a informação prestada ao paciente.

A ação e o processo no CRM são a mesma coisa?

Não. O procedimento no Conselho apura conduta ética e corre no CRM. A ação de indenização corre na Justiça e discute responsabilidade civil. São independentes, podem correr ao mesmo tempo e cada uma tem rito próprio.

O que faz um assistente técnico em perícia?

É o profissional indicado pela parte para acompanhar os trabalhos do perito do juízo. Ele formula quesitos, acompanha a produção da prova e apresenta parecer, para que a conduta adotada seja lida em termos técnicos.

A clínica foi acionada junto comigo. A defesa é a mesma?

Não necessariamente. O médico e a pessoa jurídica ocupam posições próprias no processo e podem ter teses distintas, principalmente quando se discute estrutura, equipe ou protocolo. Ver isso cedo evita que uma defesa atrapalhe a outra.

Quanto tempo depois do atendimento uma ação pode chegar?

A ação de indenização pode ser proposta anos depois do atendimento. É por isso que a guarda organizada do prontuário e da documentação do serviço tem valor prático de defesa, e não apenas administrativo.

Quais documentos eu levo na primeira conversa?

A citação que você recebeu, o prontuário completo do atendimento em discussão, o termo de consentimento, se houver, as prescrições e qualquer registro do serviço sobre aquele atendimento.

Responsabilidade civil do médico: culpa, nexo e o que a lei exige que se demonstre

A base da discussão

A ação de indenização por suposto erro médico se apoia nas regras gerais de responsabilidade civil do Código Civil, especialmente nos artigos 186 e 927, e no artigo 951, que trata especificamente da responsabilidade de quem exerce atividade de saúde. Sobre essa base incide o artigo 14, parágrafo quarto, do Código de Defesa do Consumidor, que estabelece que a responsabilidade pessoal dos profissionais liberais é apurada mediante a verificação de culpa. Esse dispositivo é central para a defesa do médico, porque afasta a responsabilização automática pelo resultado.

O que precisa ser demonstrado na ação

  • A conduta atribuída ao profissional, descrita de forma concreta e não genérica
  • A culpa, nas modalidades que o direito civil reconhece
  • O dano efetivamente sofrido
  • O nexo entre a conduta apontada e o dano alegado

Obrigação de meio e obrigação de resultado

A distinção entre obrigação de meio e obrigação de resultado atravessa boa parte dessas ações, e a análise depende do procedimento concreto e do que foi informado ao paciente antes dele. Não é uma classificação abstrata: ela se apoia no que o prontuário e o termo de consentimento registram sobre a indicação, sobre a técnica adotada e sobre o que se explicou quanto ao que se poderia esperar.

Por que o registro decide mais que a memória

A ação pode ser proposta anos depois do atendimento. Quando isso acontece, o que sustenta a versão do médico não é a lembrança do caso, e sim o que ficou escrito à época. Como advogado defesa do médico em erro médico em Três Lagoas, o escritório começa todo caso pela reconstrução documental do atendimento, porque é ela que define o que pode ser afirmado com respaldo.

Documentos que costumam sustentar a defesa

  • Prontuário completo do atendimento em discussão, e não apenas o trecho citado na inicial
  • Termo de consentimento efetivamente utilizado, na versão da época
  • Prescrições, pedidos e resultados de exames
  • Registros do serviço sobre protocolo, escala e estrutura
  • Documentação do vínculo entre o profissional e a instituição, quando ambos são acionados

A prova pericial e o papel do assistente técnico na defesa do médico

Por que a perícia costuma decidir

Em ação por suposto erro médico, a discussão é técnica antes de ser jurídica. O juízo não tem formação em medicina, e por isso nomeia um perito para examinar a conduta. O que o laudo firma tende a orientar a decisão. Participar da produção dessa prova, e não apenas reagir ao laudo depois de pronto, é o que dá à defesa a chance de que a técnica adotada apareça nos autos em termos técnicos.

O que o Código de Processo Civil prevê

A prova pericial é disciplinada pelo Código de Processo Civil. O artigo 465, parágrafo primeiro, trata do momento em que as partes podem indicar assistente técnico e apresentar quesitos, contado da intimação do despacho que nomeia o perito. É um prazo com consequência prática direta: passado ele, a parte deixa de acompanhar tecnicamente a produção da prova que mais pesa no julgamento.

A diferença entre perito e assistente técnico

  • O perito é nomeado pelo juízo e atua de forma equidistante das partes
  • O assistente técnico é indicado pela parte e acompanha os trabalhos periciais
  • Os quesitos delimitam o que o perito deve responder
  • O assistente pode apresentar parecer próprio, inclusive divergente do laudo
  • Apresentado o laudo, cabe manifestação e, conforme o caso, pedido de esclarecimentos

O que o assistente precisa receber

Para trabalhar, o assistente técnico precisa do mesmo material que sustenta a defesa: prontuário completo, termo de consentimento, prescrições, exames e os registros do serviço sobre aquele atendimento. Material entregue pela metade produz parecer pela metade, e a lacuna aparece exatamente no ponto em que o laudo é mais sensível.

Coordenação com as outras esferas

O mesmo atendimento pode gerar, ao mesmo tempo, procedimento ético no Conselho, ação de indenização na Justiça e apuração criminal. As três são independentes e têm ritos próprios, mas a prova técnica produzida em uma delas costuma ser aproveitada nas demais. É por isso que a condução coordenada evita que uma manifestação crie problema para a outra.

Onde a ação tramita e como o escritório acompanha a partir de Três Lagoas

A base e as duas praças

O escritório tem sede na Av. Dr. Eloy M. Chaves, 956, Sala 216, no Centro de Três Lagoas-MS, no eixo entre Três Lagoas e Andradina, e atende presencialmente também em São José do Rio Preto-SP, amparado pela inscrição na OAB/SP 523.536, ao lado da inscrição principal na OAB/MS 27.013. Essa configuração cobre um eixo de atuação que atravessa a divisa entre os dois estados.

O que a dupla inscrição resolve na prática

  • Atuação direta nas duas praças, sem depender de correspondente
  • Um só interlocutor para o médico que mantém atividade nos dois estados
  • Reuniões presenciais para leitura de documentação e preparação de perícia
  • Acompanhamento online de médico, clínica e instituição de saúde em outras localidades

Clínica e hospital com atuação regional

Instituição que atende pacientes de várias cidades do entorno costuma ter documentação distribuída entre serviços e sistemas diferentes. Reunir esse material de forma organizada, antes de a ação avançar, é parte do trabalho de defesa da pessoa jurídica, e não uma tarefa administrativa separada dele.

Leitura de bastidor

A percepção de como um processo anda por dentro vem da atuação anterior como servidor da 1ª Vara Cível de Família e Sucessões do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e como estagiário da Defensoria Pública. Saber em que ordem os atos acontecem, e o que costuma travar cada etapa, muda a forma de acompanhar prazos e de preparar a fase probatória.

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