
O processo foi instaurado
A decisão de instaurar transforma a apuração em procedimento formal. A partir daí há prazos, atos de instrução e um julgamento ao final.
Instaurado o processo, há instrução, produção de prova e julgamento pelo Conselho Regional. Cada ato tem momento próprio de manifestação, e a defesa se constrói sobre o registro do atendimento em discussão.
O processo ético-disciplinar é a fase em que a apuração vira procedimento formal, com instrução e julgamento. O que foi dito na sindicância continua nos autos.

A decisão de instaurar transforma a apuração em procedimento formal. A partir daí há prazos, atos de instrução e um julgamento ao final.

A instrução reúne depoimentos e documentos. Acompanhar cada ato e formular o que precisa ser esclarecido é parte do trabalho de defesa nessa fase.

A manifestação anterior integra os autos e não desaparece. O trabalho passa a ser construir a defesa a partir do que já está no procedimento.

O processo apura conduta à luz do Código de Ética Médica. Saber qual conduta está em discussão delimita o que precisa ser demonstrado.
A fase é mais longa que a sindicância e tem atos próprios. Cada um é explicado antes de acontecer.
Leitura da decisão que instaurou o processo e da conduta que está em discussão, com o que já consta dos autos desde a apuração preliminar.
Apresentação da defesa com a documentação do atendimento, delimitando o que ocorreu e o que está fora do que se discute.
Acompanhamento das oitivas e da produção de prova, com as manifestações que cada ato comporta ao longo do procedimento.
Sustentação e acompanhamento do julgamento pelo Conselho Regional. Da decisão cabe recurso ao Conselho Federal de Medicina.
Da decisão do Conselho Regional cabe recurso ao CFM, com requisitos próprios. Esse caminho está descrito na página do recurso.
Eu atuo em Direito Médico e só nisso, sempre do mesmo lado: o do médico, o da clínica e o da instituição de saúde. Nunca do paciente contra o médico. Venho de uma família de médicos e cresci ouvindo a rotina do consultório, e é por isso que o rito é explicado na linguagem de quem atende.
A sede fica no Centro de Três Lagoas, e as sessões do Conselho em formato online permitem acompanhar o procedimento de qualquer lugar do país.
As perguntas que mais chegam ao escritório, respondidas pelo que o rito prevê. Nenhuma resposta antecipa desfecho de caso concreto.
É o procedimento formal do Conselho para apurar conduta do médico à luz do Código de Ética Médica. Ele vem depois da sindicância, tem instrução com produção de prova e termina em julgamento pelo Conselho Regional.
O Conselho apura conduta profissional à luz do Código de Ética Médica. A discussão é ética e disciplinar, e é independente da ação de indenização na Justiça e de eventual apuração criminal sobre o mesmo fato.
A sindicância é a apuração preliminar, que reúne elementos para decidir se há base para instaurar. O processo ético-disciplinar é a fase seguinte, com instrução, produção de prova e julgamento.
O procedimento ético-profissional corre em sigilo no Conselho, e o escritório trata cada caso com a mesma reserva. Nada do caso é usado como material de divulgação.
Sim. O procedimento no Conselho, a ação de indenização e eventual apuração criminal são independentes e podem correr ao mesmo tempo, cada um com rito e consequências próprias.
Da decisão do Conselho Regional cabe recurso ao Conselho Federal de Medicina, com requisitos próprios e prazo contado da ciência da decisão.
O processo ético-disciplinar segue o Código de Processo Ético-Profissional, aprovado pela Resolução CFM 2.306/2022, dentro da estrutura dos Conselhos organizada pela Lei 3.268/1957. O procedimento apura conduta à luz do Código de Ética Médica, aprovado pela Resolução CFM 2.217/2018. Saber que existe um rito com fases definidas é o que permite antecipar o que vem, em vez de reagir a cada ofício isoladamente.
Na sindicância o objeto ainda está sendo delimitado. No processo ético-disciplinar já existe uma imputação definida, e a defesa passa a enfrentar essa imputação especificamente. Como advogado defesa em processo ético-disciplinar CRM em Três Lagoas, o escritório trabalha essa transição com atenção ao que já foi dito na fase anterior, porque a manifestação da sindicância permanece nos autos e precisa ser coerente com a defesa que se apresenta agora.
O procedimento ético-profissional corre em sigilo no âmbito do Conselho. Esse sigilo é um dado relevante para o médico e para a instituição, e orienta também a conduta do escritório: nenhum caso é usado como material de divulgação, nem em versão anonimizada, porque o detalhe clínico costuma tornar o caso reconhecível.
A instrução é a fase em que o procedimento reúne os elementos sobre os quais o julgamento vai se apoiar. É nela que entram os documentos, os depoimentos e, quando cabível, a manifestação técnica sobre a conduta discutida. Acompanhar cada ato tem efeito prático: o que não é requerido nem esclarecido durante a instrução dificilmente é recuperado depois, quando o procedimento já está em fase de julgamento.
Em apuração ética, a prova documental costuma pesar mais do que a prova oral, porque o que se discute é conduta técnica registrada. Por isso a organização do material antes da instrução, e não durante, é o que permite responder com precisão a cada ponto. Documento reunido às pressas costuma chegar incompleto, e a lacuna aparece exatamente no ponto em que a defesa precisaria dele.
O mesmo atendimento pode ser discutido ao mesmo tempo no Conselho, em ação de indenização na Justiça e em apuração criminal. As três esferas são independentes e têm ritos próprios, mas as manifestações do médico em cada uma delas precisam ser coerentes entre si. É esse alinhamento que evita que uma defesa crie problema para a outra.
O escritório tem sede na Av. Dr. Eloy M. Chaves, 956, Sala 216, no Centro de Três Lagoas-MS, e atende presencialmente também em São José do Rio Preto-SP, amparado pela inscrição na OAB/SP 523.536, ao lado da inscrição principal na OAB/MS 27.013. Essa configuração cobre um eixo de atuação que atravessa a divisa entre os dois estados.
É comum o profissional manter atividade em cidades de estados diferentes, e nesse cenário a organização documental de cada vínculo passa a importar para a defesa. O escritório trabalha com o conjunto do que o médico registra em cada serviço, e não apenas com o documento apontado na representação, porque a rotina de registro costuma variar de um vínculo para o outro.
A escolha de atuar exclusivamente ao lado do médico, da clínica e da instituição de saúde vem acompanhada de uma exigência prática: entender a rotina de atendimento antes de discutir a conduta. Vir de uma família de médicos e ter crescido ouvindo essa rotina é o que sustenta a tradução do rito para a linguagem de quem atende, em vez da linguagem do fórum.
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Representação no procedimento do Conselho, da notificação ao recurso ao CFM.
Ver a páginaA fase de apuração preliminar, antes de haver processo.
Ver a páginaA revisão da decisão regional pelo Conselho Federal de Medicina.
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Se um processo ético foi instaurado, cada ato da instrução tem momento próprio de defesa.